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Capacidades

Esta página diz o que o X-Jud faz, sem entrar em como. São dez capacidades, cada uma com o estado em que está.

EstadoO que quer dizer
ProntaEstá no produto, passou pela verificação independente e roda no ambiente de desenvolvimento
Em construçãoTem desenho e especificação em andamento
PlanejadaEstá decidida e ainda não tem especificação

O mapa​

CapacidadeO que a pessoa ganhaEstado
Trazer da fontePede um processo pelo número e o recebe com os vinculados e os arquivos das peçasPronta para o eProc
Falar a língua nacionalLê classe, assunto, movimento e sigilo nos nomes do CNJ e do CNMP, seja qual for a fontePronta
Encontrar o processoAcha pelo número, filtra por fonte e por prazo aberto, pede à fonte o que ainda não está no acervoPronta
Ler o processo inteiroVê partes, movimentação, peças, mídias e vínculos numa tela, e atualiza da fonte quando querPronta
Controlar quem vêEntra pelo login da instituição e enxerga só o que o sigilo e o órgão julgador permitemPronta
Trabalhar no processoEnvia ao processo o vídeo de um depoimento, no sigilo que escolherPronta
Vestir a marca da instituiçãoVê o nome, as imagens e as cores da instituição, alterados na telaPronta
Instalar e operarSobe a instalação no ambiente da instituição, com as mesmas imagens de toda instituiçãoPronta
Conectar uma instituição novaEscreve só o adaptador das fontes, sobre um kit com exemplo, guia e suíte de conformidadePronta
Processar documentos e IALê o texto das peças, faz OCR quando precisa, resume, transcreve e busca por significadoEm construção

O que cada uma inclui​

Trazer da fonte​

O pedido entra numa fila e o adaptador da instituição busca o processo na fonte. Os processos vinculados vêm em cadeia, sem limite de profundidade. O arquivo de cada peça vai direto ao armazenamento, com uma autorização que o produto dá e depois confere.

Falta: o SIM, a fonte extrajudicial do MPRS, planejado para depois de todos os outros blocos.

Falar a língua nacional​

As tabelas de classe, assunto e movimento do CNJ e do CNMP e a escala de sigilo do CNJ fazem parte do produto. O adaptador traduz o que a fonte manda para esses conceitos e envia junto a palavra original, que fica guardada como registro.

Encontrar o processo​

A lista busca pelo número, filtra por fonte e por prazo aberto, ordena e pagina. Um processo que ainda não está no acervo pode ser pedido à fonte na mesma busca.

Falta: o filtro por competência, que espera prioridade.

Ler o processo inteiro​

O detalhe mostra o cabeçalho, as partes, a movimentação, as peças e os vínculos. As peças abrem num visualizador em tela cheia, em qualquer formato, e o documento-chave sai de uma regra do produto que a instituição ajusta. Vídeos e áudios ficam numa galeria e tocam em partes, sem baixar o arquivo inteiro. O botão "Atualizar da fonte" traz a versão mais recente do processo.

Controlar quem vê​

O login é o do provedor da instituição, qualquer um que fale OIDC. Só entra quem foi cadastrado antes. Cada pessoa tem um teto de sigilo e uma lista de órgãos julgadores, ou todos, como no eProc e no PJe. A regra é aplicada no banco: o produto recusa subir se a leitura conseguir passar por cima dela. Toda concessão fica registrada na auditoria. Um acesso de emergência cobre a queda do provedor de login.

Falta: o cadastro em volume e a permissão para um processo específico, que esperam prioridade.

Trabalhar no processo​

Quem vê o processo envia o vídeo de um depoimento pela aba Mídias, em partes e com retomada. A gravação vira uma peça no sigilo escolhido, nunca abaixo do sigilo do processo. Só quem enviou, um administrador ou o superusuário a remove, e a remoção fica registrada.

Vestir a marca da instituição​

O superusuário define nome, frase, imagens e duas cores por tema numa página com prévia. O contraste é conferido enquanto ele escolhe.

Instalar e operar​

As imagens do produto são as mesmas em toda instituição e se configuram só por variável de ambiente e pela tela. No primeiro acesso, o superusuário faz a configuração inicial. A entrega traz o Docker Compose de produção e o Terraform para o Google Cloud.

Conectar uma instituição nova​

O kit do adaptador traz o cliente do produto, o laço de trabalho, o controle de vazão e uma suíte de conformidade que recusa, antes da instalação, o que o produto recusaria. Um adaptador de exemplo e um guia em tom de tutorial mostram cada caso. O playbook cobre o processo de colocar a instituição no ar.

Processar documentos e IA​

Um serviço separado, com armazenamento, banco e índice próprios, vai receber os documentos do produto e devolver texto, estrutura e, depois, resumo e transcrição. No desenho, ler o texto nativo é automático, e o que custa caro, como OCR e IA, roda quando alguém pede. O esqueleto do serviço existe e a especificação está em andamento.