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O X-Jud em uma página

O X-Jud busca os processos e procedimentos nos sistemas de origem de uma instituição do sistema de justiça, guarda tudo num acervo único, no vocabulário nacional do CNJ e do CNMP, e mostra a cada pessoa só o que o sigilo e o órgão julgador dela permitem. É um produto da Xertica, instalado no ambiente de cada instituição e com a marca dela.

O problema​

Um Ministério Público trabalha sobre processos que moram em sistemas de outros: o do tribunal, onde corre a ação, e os próprios, onde correm os procedimentos extrajudiciais. Cada sistema tem o seu formato, os seus códigos e as suas regras de acesso. Para ler um caso inteiro, com as peças, os vídeos e os processos vinculados, a pessoa passa por vários sistemas e precisa saber o que cada código quer dizer.

Fazer um sistema sob medida para cada instituição resolve uma de cada vez e multiplica o custo. Cada uma ganha um código diferente, e uma correção feita para uma não chega às outras.

A resposta​

O X-Jud é um produto só, igual em toda instituição. O que muda de uma para outra fica fora do código do produto:

  • O adaptador conhece os sistemas de origem da instituição e traduz o que eles mandam para o padrão nacional.
  • A configuração guarda o provedor de login, o fuso, o teto de sigilo, o nome e a marca.

Com isso, uma instituição nova recebe o mesmo produto e escreve só o adaptador das fontes dela.

Para quem​

QuemO que faz no X-Jud
Membro e servidor da instituiçãoPede um processo pelo número, lê as peças, assiste às mídias e envia o vídeo de um depoimento
Administrador da instituiçãoCadastra pessoas, concede acesso por sigilo e órgão julgador, acompanha a auditoria e ajusta a marca
Quem implantaSobe, configura e atualiza a instalação no ambiente da instituição
Time de integraçãoEscreve o adaptador das fontes da instituição sobre o kit que o produto mantém

O que entrega​

  • Traz da fonte o processo pedido, com os vinculados em cadeia e os arquivos das peças.
  • Traduz classe, assunto, movimento, tipo de documento e sigilo para as tabelas nacionais, e guarda junto a palavra original da fonte.
  • Mostra o processo inteiro numa tela: partes, movimentação, peças, vídeos e áudios, e processos vinculados.
  • Controla quem vê, por teto de sigilo e órgão julgador, com a regra garantida no banco e cada concessão registrada na auditoria.
  • Veste a marca da instituição: nome, imagens e cores, alterados na própria tela.

O detalhe de cada uma, e o que ainda falta, está em Capacidades.

O que fica de fora​

  • Escrever nos sistemas de origem. O X-Jud só lê a fonte.
  • Servir várias instituições numa instalação. Cada instituição tem a própria, e os dados de uma nunca dividem banco com os de outra.
  • Regra de uma instituição no código do produto. O que é de uma instituição vive no adaptador dela e na configuração.
  • Decidir o que é sigiloso. O nível vem da fonte. Processo que chega sem nível fica no máximo, invisível a quem não tem concessão para ele.
  • Trazer processo por conta própria. O acervo cresce com o que as pessoas pedem. A entrada por aviso automático da fonte não faz parte desta versão.
  • Inteligência artificial. O resumo, a transcrição e a busca por significado vêm num serviço separado, descrito no Roadmap.

A primeira instalação​

A primeira instituição é o MPRS. O adaptador dele lê o eProc, o sistema do tribunal, e o ambiente de desenvolvimento roda sobre os dados reais e o login da Microsoft (Azure AD) da instituição. O SIM, sistema dos procedimentos extrajudiciais do MPRS, entra depois de todos os outros blocos.

Para seguir​

  • Capacidades: o que o X-Jud faz e o estado de cada parte.
  • Princípios: as regras que valem para toda instituição, e o motivo de cada uma.
  • Roadmap: o que está em construção, o que vem a seguir e o que ainda espera prioridade.
  • Perguntas frequentes: onde roda, quem vê os dados, como entra uma instituição nova.
  • Como funciona: as peças de uma instalação, em cinco desenhos.